Paz Perfeita


Certa vez um rei teve de escolher entre duas pinturas, qual mais representava a paz perfeita. A primeira era um lago muito tranquilo, este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam algumas plácidas montanhas que o rodeavam, sobre elas encontrava-se um céu muito azul com nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela reflectia a paz perfeita.
Já a segunda pintura também tinha montanhas, mas eram escabrosas e não tinham uma só planta, o céu era escuro, tenebroso e dele saíam faíscas de raios e trovões. Tudo isto não era pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás de uma cascata havia um pequeno galho saindo de uma fenda na rocha. Neste galho encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho calmamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita. O rei escolheu essa segunda pintura e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas Ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, Permanecemos calmos e tranquilos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz."
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Amigo não tem Defeito


O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: "Cachorrinhos à venda".


Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu na loja perguntando:

- Qual o preço dos cachorrinhos?


O dono respondeu:

-Entre $ 30,00 e $ 50,00.


O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:

- Só tenho $2,37. Posso vê-los???


O homem sorriu e assobiou...


De trás da loja saiu sua cachorra correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.


- O que aconteceu com esse cachorrinho? - perguntou.


O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou e exclamou:


- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!


E o homem respondeu:

- Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente.


E o menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:

-Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo.Agora vou lhe dar meus $ 2,37 e a cada mês darei $ 0,50 até que o tenha pago por completo.


O homem respondeu:

- Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos.


O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:

- Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda.


O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas... Sorriu e disse:

- Filho, só espero que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você!!!



Moral da história: Na vida não importa como somos, mas que alguém te aprecie pelo que você é, e te aceite e te ame incondicionalmente. Um verdadeiro amigo é aquele que chega quando o resto do mundo já se foi.
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Quanto você vale?


- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exacto do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 moedas de ouro!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.





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O Cavalo e o Porco


Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.


Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário :

- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.


Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse :

- Força amigo ! Levanta daí, senão você será sacrificado !


No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse :

- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa !


No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :


- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.


Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse :

- Cara, é agora ou nunca, levanta logo ! Coragem ! Upa ! Upa ! Isso, devagar ! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico ! Corre, corre mais ! Upa ! Upa ! Upa !!! Você venceu, Campeão !


Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou :

- Milagre ! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco !"


Isso acontece com freqüência em nosso trabalho e em várias áreas da nossa vida. Ninguém percebe, quem é o funcionário/pessoa que tem o mérito pelo sucesso.


Saber viver sem ser reconhecido é uma arte.


Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se :


Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.


Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa que aparenta sucesso.
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Prioridades


Um consultor, especialista em Gestão do Tempo, quis surpreender a assistência numa conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande de boca larga. Colocou-o em cima da mesa, junto a uma bandeja com pedras do tamanho de um punho e perguntou:
- Quantas pedras pensam que cabem neste frasco?
Depois dos assistentes fazerem as suas conjecturas, começou a meter pedras até encher o frasco. Depois perguntou:
- Está cheio?
Toda a gente olhou para o frasco e concordou que sim. Então ele tirou debaixo da mesa um saco com gravilha. Meteu parte da gravilha dentro do frasco e agitou-o. As pedrinhas penetraram pelos espaços que deixavam as pedras maiores. O consultor sorriu com ironia e repetiu:
- Está cheio?
Desta vez os ouvintes duvidaram:
- Talvez não.
- Muito bem!
E pousou na mesa um saco com areia que começou a despejar no frasco. A areia filtrava-se nos pequenos buracos deixados pelas pedras e pela gravilha.
- Está cheio? - perguntou de novo.
- Nao! - Exclamaram os assistentes.
Bem dito! E pegou numa jarra de água, que começou a verter para dentro do frasco. O frasco absorvia a água sem transbordar.
- Bom, o que acabámos de demonstrar? Perguntou.
Um ouvinte respondeu:
- Que não importa o quão cheia está a nossa agenda, se quisermos, sempre conseguimos fazer com que caibam mais coisas.
- Não! O que esta lição nos ensina é que se não colocam as pedras grandes primeiro, nunca poderão colocá-las depois.

Devemos lembrar de sempre avaliarmos quais são as nossas prioridades!
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O Carpinteiro e a Casa


Um velho carpinteiro estava para se aposentar.Contou a seu chefe os planos de largar o serviço de carpintaria e construção de casas, para viver uma vida mais calma com sua família.Claro que sentiria falta do pagamento mensal, mas necessitava da aposentadoria.


O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial.O carpinteiro consentiu mas, com o tempo, era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho.Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão de obra e matéria prima de qualidade inferior.Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.


Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro.


"Esta é a sua casa", ele disse, "meu presente para você."


Que choque ! Que vergonha !

Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado.Agora iria morar numa casa feita de qualquer maneira.


Assim acontece conosco.Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.


Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos.Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.


Pense em você como um carpinteiro.Pense na sua casa.Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede.


Construa sabiamente, pois é a única vida que você construirá.
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A Parábola do Pássaro Bernie



Havia um pássaro chamado Bernie que tinha medo de voar. A Mãe e o Pai pássaros, quando os filhinhos pássaros estão prontos, empurram-nos suavemente para fora do ninho! Os pássaros caem, claro, mas logo se apercebem de que alguma coisa lhes diz para abrir as asas, começar a batê-las, pois logo o vento os elevará e... aí vão eles para cima! É bastante difícil que acabem no chão, depois de terem aberto as asas para voar.

Porém, Bernie decidiu que não queria aprender a voar. Um dia, ao regressar ao ninho, o pai perguntou-lhe: «Bernie, o que se passa? Todos os pássaros voam. Olha à tua volta. Todos andam a voar. É uma coisa típica dos pássaros... Tens que aprender!... Por que não queres voar? Porquê?»

Bernie pensou um momento e disse: «Tenho medo, paizinho.»

«E por que tens medo?», perguntou o pai. «Olha para a tua irmã e o teu irmão, olha para mim e para a tua mãe... todos nós voamos. Repara... os teus amigos voam... Os pássaros voam, Bernie. Tu és um pássaro!»

«Tenho medo, paizinho... porque... ali não há nada! Dizes que o ar sustenta as asas. Mas... é invisível. E quase que não funciona!... Viste o meu irmão e a minha irmã quando caíram? Quase que não conseguiam!»

O pai de Bernie ficou que tempos a olhar para ele e disse «Bem, creio que está na hora de Sigg o doutor do cérebro te ver.»

No dia seguinte lá estava o pássaro doutor do cérebro.

«Bom dia, Bernie», disse Sigg. «Bernie, afinal tu tens medo de quê?», perguntou-lhe o médico. Bernie respondeu: «Não consigo acreditar no ar, nem sequer o consigo ver. Sei que todos vocês voam... flap, flap, flap,... Só que isso de voar não é bom para mim porque, antes de mais nada, eu preciso absolutamente de ver o ar.»

Sigg, virando-se para Bernie, disse-lhe: «Bernie, tens medo de voar porque não consegues ver o ar. Mas, lá no fundo, do que é que, realmente, tens medo?»

Bernie olhou-o e respondeu: «Bom, tenho medo de cair e de me esborrachar no chão... o que, segundo parece, não demora muito a acontecer quando os pássaros caem dos ninhos... Tenho medo, pronto!»

«E, concretamente, o que é que faz com que um pássaro caia?», perguntou Sigg ao seu jovem aluno. «Bom... quer dizer..., suponho que é a gravidade», respondeu Bernie. «Ah... sim... então é a gravidade», Sigg fez uma pausa e continuou: «Sabes, Bernie, mas também não se pode ver a gravidade, não e assim?»

Bernie pensou por um instante e respondeu: «Realmente, não. Não se pode ver a gravidade». «Mas tu acreditas na gravidade, Bernie? Mostra-me lá a gravidade».

Bernie pensou e depois disse: «Bom, não posso mostrar-lhe a gravidade. Se saltar do ninho, cairei e morrerei. Pois então, isso é gravidade». «Assim é, de facto», disse o doutor. «Podes provar que a gravidade existe desde que saltes do ninho, Bernie. Mas também podes provar que o ar existe quando saltas do ninho, porque ele existe, tal como a gravidade. Não podes vê-lo mas ele existe».

Sigg terminou a sessão de orientação e preparou-se para se ir embora. Mas, em vez de se atirar para a frente e sair a voar, Sigg saltou para fora do ninho, deu um grito enorme a chamar por Bernie e fingiu que caia a pique por ali abaixo:

«Isto é gravidade, Bernie...», gritou Sigg enquanto caía na vertical, «... e isto é o ar, Bernie!», acrescentou ao endireitar-se com as asas totalmente abertas. Depois, afastou-se voando suavemente. Bernie ainda conseguiu ouvir o Doutor Cérebro de Pássaro a cantar enquanto se afastava: «Ambos são invisíveis... ambos são reais»...

Bernie ficou ali quieto durante um bom bocado. Pensou... pensou... e finalmente sentenciou: «Sabem, o pássaro doutor do cérebro tem razão. Só porque não posso ver o ar isso não significa que não exista. A gravidade está em toda a parte. Talvez se passe o mesmo com o ar. Mas é precisamente disso que tenho medo. Não conseguirei saber enquanto não experimentar.»

Sigg, o pássaro doutor do cérebro, mostrara a Bernie que era interessante o facto de haver algo que não se pudesse ver, como a gravidade, mas que convinha saber que existia, pois podia-se morrer em consequência de uma queda. Mas também chamara a atenção de Bernie para o facto de ele não acreditar em algo maravilhoso, como era voar, usando o ar invisível. E Bernie compreendeu que, de facto, tinha medo era da gravidade! Talvez o ar invisível fosse parecido com a gravidade invisível, mas... conseguiria salvá-lo? Bernie decidiu que, no dia seguinte, voaria. Seria corajoso... e disse-o a todos os pássaros do bosque e dos outros ninhos, que estavam ali a olhar para ele.

No dia seguinte, Bernie acercou-se da borda do ninho. E saltou! O medo apoderou-se de Bernie à medida que ia caindo, como chumbo, direito ao chão. Enquanto Bernie via a casca da árvore a passar rapidamente e o chão a aproximar-se dele a toda a velocidade, ouviu uma voz interna que dizia: «As asas, Bernie, as asas!... Abre as asas!»

«Tou assustado, tenho medo», gritou Bernie mentalmente. Mas, no ultimo momento, finalmente, abriu as asitas curtas e fraquinhas, e começou a agitá-las freneticamente. Naturalmente, esse sistema invisível de sustentação, chamado ar, encarregou-se do resto. A magia do voo que tinha servido para a sua mãe, pai, irmão e irmã, apoderou-se dele. Então, sentiu a sustentação e... aí foi ele, por ali acima!

Bernie, não se pôde conter. Voou o dia inteiro. Voou, voou, voou o mais alto que lhe foi possível, até que as asas se cansaram e, então, vitoriou essa coisa que não via e a que todos chamavam AR. Planou à volta das árvores e gritou: «Vejam... estou a voar!»... como se nenhum outro pássaro tivesse voado antes! Todos aplaudiram Bernie, não porque estivesse a voar, mas pela coragem que mostrara em voar por sua própria escolha.
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Os Três Leões

Numa determinada floresta havia 3 leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:

- Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?

Os 3 leões souberam da reunião e comentaram entre si:

- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 3 reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido.

Mas como descobrir ? Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado.

De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, etc...eles tiveram uma idéia excelente.

O macaco se encontrou com os 3 felinos e contou o que eles decidiram:

- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil.

- Montanha Difícil ? Como assim ?

- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês 3 deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.

A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito.

No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.

O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados? Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:

- Eu sei quem deve ser o rei!!!

Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.

- A senhora sabe, mas como? todos gritaram para a Águia.

- É simples, confessou a sábia águia, eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.

O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu!

O segundo leão disse: - Montanha, você me venceu!

O terceiro leão também disse: - Montanha, você me venceu, por enquanto!
Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.


- A diferença, - completou a águia, - é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: É rei de si mesmo.

Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.



MORAL DA HISTÓRIA: Não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha; seus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no nível máximo. Você ainda está crescendo. Você é maior que todos os seus problemas juntos. Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance. A Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado.
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O vaso de Porcelana e a Rosa




O Grande Mestre e o Guardião dividiam a administração de um mosteiro zen. Certo dia, o Guardião morreu e foi preciso substituí- lo.
O Grande Mestre reuniu todos os discípulos para escolher quem teria a honra de trabalhar diretamente ao seu lado.
- Vou apresentar um problema, disse o Grande Mestre. E aquele que o resolver primeiro será o novo Guardião do templo.
Terminado o seu curtíssimo discurso, colocou um banquinho no centro da sala. Em cima, estava um vaso de porcelana caríssimo com uma rosa vermelha a enfeitá-lo.
- Eis o problema, disse o Grande Mestre.
Os discípulos contemplavam, perplexos, o que viam: os desenhos sofisticados e raros da porcelana, a frescura e a elegância da flor. O que representava aquilo? O que fazer? Qual seria o enigma?
Depois de alguns minutos, um dos discípulos levantou-se, olhou o mestre e os alunos a sua volta. Depois, caminhou resolutamente até o vaso e atirou-o no chão, destruindo-o.
- Você é o novo Guardião, disse o Grande Mestre para o aluno.
Assim que ele voltou ao seu lugar, explicou:
- Eu fui bem claro: disse que vocês estavam diante de um problema.
Não importa quão belo e fascinante seja, um problema tem que ser eliminado. Um problema é um problema; pode ser um vaso de porcelana muito raro, um lindo amor que já não faz mais sentido, um caminho que precisa ser abandonado - mas que insistimos em percorrê-lo porque nos traz conforto. Só existe uma maneira de lidar com um problema: atacando-o de frente. Nestas horas, não se pode ter piedade nem ser tentado pelo lado fascinante que qualquer conflito carrega consigo.
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Meu Pai é Piloto


Era uma vez um homem que fazia uma viagem de avião. Nessa viagem, ele conheceu um menino.


O homem observou o menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos.


Quando o homem entrou no avião, viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando o senhor puxou conversa e, em seguida, começou a passar tempo colorindo um livro.


Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estavam sendo feitas. Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade, muito forte,o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento.


A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade. Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor ficou preocupada com aquilo tudo, e perguntou ao menino:


-Você não está com medo?


-Não senhora, não tenho medo - ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.


E completou:


-Meu pai é o piloto!



E essa resposta serve pra fazer a gente pensar... Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade.


A sensação é de que estamos pendurados no ar sem nada pra nos sustentar ou segurar.
No meio da tempestade, páre, pense e acredite que "nosso Pai é o piloto".


Apesar das circunstâncias, nossa vida está nas mãos de Deus.E se é Ele quem está no controle, não há o que temer!
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O Escudo Mágico




Era uma vez, num reino muito distante que existia um rei magnífico e este rei era o único no reino que tinha no seu escudo mágico uma estrela de ouro que brilhava como a luz do sol.

Todos os cavalheiros no reino possuíam um escudo mágico. De acordo com suas atitudes e seu heroísmo o escudo poderia alcançar um brilho como não havia igual. Mas para surgir uma estrela no escudo era necessário um heroísmo muito grande.

E havia um jovem muito impetuoso no reino que queria muito uma oportunidade para mostrar que era corajoso e assim possuir uma estrela de ouro em seu escudo.

Nesta ocasião criaturas mágicas e ambiciosas pretendiam tomar o reino e o rei convocou todos os heróis do reino para irem a batalha com as criaturas.

O jovem viu aí a oportunidade de mostrar o quanto era corajoso.

O rei chamou então um por um e determinou as suas posições.

Quando chegou a vez do jovem, o rei então falou:

- Você deve ficar no castelo e protegê-lo.

A custo o rapaz se conteve, principalmente quando soaram as trombetas de partida e a majestosa tropa cavalgava em direção aos campos de batalha.

Sozinho ficou o jovem guardando o imenso castelo.

Chegou então um ancião muito distinto na sua presença e lhe narrou os conflitos no campo de batalha de tal maneira que o rapaz via em imagens o horror que estava sendo.

Aflito, vestiu seus aparatos de guerra, pois precisava reforçar o auxílio tão necessário aos guerreiros.

Então se lembrou das palavras de seu rei, retirou os aparatos e disse para si mesmo:
- Devo obedecer as ordens de meu rei. Devo ficar no castelo.

Depois de algum tempo apareceu uma senhora bastante idosa na sua presença que se admirou de ele se encontrar no castelo enquanto estavam precisando de gente nos campos de batalha.

Ela então lhe disse que ele precisava ir para salvar o rei, pois ele estava em uma situação difícil.

Completamente irado, o jovem desembainhou sua espada, pegou seu escudo, mas novamente as palavras do rei lhe acudiram o espírito. E então o jovem decidiu mais uma vez ficar no castelo.

Um moço surgiu então em sua presença. Contou-lhe que esteve nos campos de batalha e que o rei lá sangrava devido a um ferimento grave ocasionado por uma fatal perfuração de espada próximo ao seu coração e que provavelmente haviam perdido a batalha, pois a quantidade de guerreiros mortos era muito grande.

O jovem então montou o seu belo cavalo e cavalgou velozmente em direção a saída do castelo, quando estava próximo do portão principal gritou num ímpeto:

- Fechem todas as entradas do castelo. Levantem as pontes levadiças. E disse para si mesmo:

- Devo me encerrar dentro deste castelo. Devo cumprir a palavra que dei a meu rei. E assim foi.

O jovem não viu quando o moço que lhe trouxe as notícias, cruzou a saída do castelo e num estado de fúria transformou-se numa das mágicas criaturas e foi-se embora.

Soaram então os maravilhosos acordes de trombetas anunciando a chegada dos guerreiros vitoriosos.

Prontamente o jovem se posicionou para recepcioná-los e, de cabeça erguida, segurava seu escudo enquanto passavam por ele. Passou o seu rei e sorriu-lhe, mas ele maravilhado olhava os escudos brilhantes dos guerreiros, e não entendia, entretanto, porque os guerreiros olhavam tanto para ele e principalmente não tiravam os olhos de seu escudo.

Ele não podia imaginar que os guerreiros admiravam a bela estrela de ouro que brilhava no seu magnífico escudo.

... vencer a si mesmo é a batalha mais difícil de nossas vidas ...
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A lição da Borboleta




"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem,em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.


Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.


Eu pedi forças...e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade...e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem...e Deus deu-me obstáculos para superar.
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava."

Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los.
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Preço do Amor


Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:

- Cortar a grama do jardim: 3,00

- Por limpar meu quarto esta semana 1,00

- Por ir ao supermercado em seu lugar 2,00

- Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia àscompras 2,00

- Por tirar o lixo toda semana 1,00

- Por ter um boletim com boas notas 5,00

- Por limpar e varrer o quintal 2,00

TOTAL DA DIVIDA 16,00 €

A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa.

Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:

- Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA

- Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA

- Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA

- Pelo medo e pelas preocupações que me esperam -NADA

- Por comidas, roupas e brinquedos - NADA

- Por limpar-te o nariz - NADA
CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.

Olhou nos olhos da mãe e disse: "Eu te amo, mãe!!!"

Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:

"TOTALMENTE PAGO".

Assim somos nós adultos, como crianças, querendor recompensa por boas ações que fazemos.

É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus.

E para nossa sorte é GRATIS. Basta querermos recebê-lo em nossas vidas!


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A liçao do Fogo




Um membro de um determinado grupo ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades.

Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.

Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.

O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.

Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram. Cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.

O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.

Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:

- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!



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A Lógica de Einstein



Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas.

De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:

- Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:

- Pode nos dizer como?

- É simples. - respondeu o Einstein - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz."

"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança."


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O Profeta e a Vaca



Um sábio mestre e seu discípulo andavam pelo interior do país há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo àquela noite. Ao chegarem ao casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos.
Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.
O senhor respondeu:
- Está vendo àquela vaca lá fora? Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade. Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece.

O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio.

Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse:

- Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?

O mestre então falou:
- Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo.

O discípulo espantado falou:

- Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!

O mestre calmamente repetiu a ordem:
- Pegue a vaca e empurre-a para o precipício.

O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo e a matou.

Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar àquela família.

Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar.

- De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico. – pensou o discípulo.

Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou:

- Você sabe para onde foi à família que vivia no casebre que havia aqui?

- Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins. – disse o criado, apontando para frente da casa.

O discípulo caminhou na direção da casa e pôde ver um senhor altivo, brincando com três jovens bonitos e uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.

Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa.

O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu.
O senhor então falou:

- Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu. Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer.

E continuou:

- Perder aquela vaquinha foi horrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante.

Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre o havia ordenado fazer.
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A Borboleta e a Flor





Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta.


Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta.


O homem ficou triste, pois não entendeu o porquê de seu pedido vir errado. Daí pensou: também com tanta gente para atender... E resolveu não questionar.


Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.


Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores e a horrivel lagarta se transformara numa belíssima borboleta.


Deus sempre age certo.


O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar a dar tudo errado.


Se você pediu uma coisa e recebeu outra, confie.


Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo.


Nem sempre o que você deseja... é o que você precisa.


Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar.


O espinho de hoje será a flor de amanhã.


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O Lenhador e a Raposa



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Havia um lenhador que acordava às seis horas da manhã e saia para trabalhar, cortava lenha o dia inteiro, e só parava tarde de noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como animal de estimação e de sua total confiança.


Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa a cuidar de seu filho.


Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada. Os vizinhos do lenhador o alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e portanto não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O lenhador sempre retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.

Os vizinhos insistiam:



- Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando sentir fome, vai comer seu filho.



Um dia, o lenhador muito exausto do trabalho e muito farto desses comentários, ao chegar a casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada.



O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa.



Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço... uma grande cobra morta.



O lenhador enterrou a raposa e o machado juntos.



Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar..., mas principalmente, nunca tome decisões precipitadas...



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Atitudes que fazem a diferença



Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados. Os trabalhadores estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.

Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Sinhozinho, um homem rico e poderoso, que, dono de muitas terras exigia que todos trabalhassem duro pagando por isso muito pouco.

Um dia chegou ali um novo empregado.

Era um jovem agricultor em busca de trabalho.

Recebeu como todos uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.

O jovem vendo aquela casa suja e largada, resolveu dar-lhe vida nova.

Pegou uma parte de suas economias, foi até a cidade comprou algumas latas de tinta. Chegando em casa, em suas horas vagas, cuidou da limpeza, lixou as paredes com cores alegres e brilhantes, colocou flores nos vasos.

Aquela casa limpa e arrumada chamava a atenção de todos que passavam.

O jovem sempre alegre trabalhava feliz na fazenda.

Os outros trabalhadores lhe perguntavam:

- Como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?

O jovem olhou para os amigos e disse:

- Bem, este trabalho, hoje, é tudo o que eu tenho. Ao invés de blasfemar e reclamar prefiro agradecer por ele. Quando aceitei este trabalho sabia de suas limitações. Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Eu o aceitei e farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.

Os outros olharam admirados. Como ele pode pensar assim?

Afinal, acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino.

O entusiasmo do rapaz em pouco tempo chamou a atenção de Senhorzinho que passou a observar a distância os passos dele. Um dia Senhorzinho pensou:

- Alguém que cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei, cuidará também com o mesmo capricho da minha fazenda. Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.

Senhorzinho, foi até a casa do rapaz, e, após tomar um café fresco, ofereceu ao jovem um emprego de administrador da fazenda.

O rapaz prontamente aceitou.

Seus amigos agricultores novamente foram perguntar-lhe:

- O que faz com que algumas pessoas sejam bem sucedidas e outras não?

E ouviram com atenção a resposta:

- "Não existe a realidade pronta, existe no homem, a capacidade de realizar!"

Por isso, se você quer ver mudanças em sua vida, faça com o que você têm, e não espere as coisas serem solucionadas por si só. Suas atitudes fazem a diferença. Assim também será com aqueles que trabalham na seara do Senhor.

Os que não se deixam vencer e abater, terão mais chances de conseguir seus objetivos.
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A casa queimada


Um certo homem saiu em uma viagem de avião.

Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria.

Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve k fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservou em cima da água. Ficou boiando à deriva, durante muito tempo, até que chegou a uma ilha não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por tê-lo salvo da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu arranjar uma casa para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora poderia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez podessem existir na ilha.

Um dia ele estava pescando e, quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se em direcção de sua casa, qual não foi a sua decepção ao vê-la toda incendiada.

Ele se sentou numa pedra, chorando e dizendo em prantos:

- Deus! Como é que o Senhor pôde deixar isso acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para me poder abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem pena de mim?

Nesse momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

- Vamos rapaz. - ele se virou para ver quem lhe falava, e qual não foi a sua surpresa quando viu, à sua frente, um marinheiro dizendo:

- Nós viemos buscá-lo.

- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?

- Ora, amigo, vimos seus sinais de fumaça pedindo socorro. O comandante do navio mandou que o navio parasse e me mandou vir buscá-lo naquele barco ali adiante.

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos.


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O monge mordido


Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. o monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora do rio o escorpião o picou. Devido à dor, o monge deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, pegou um ramo de árvore, voltou outra vez a correr pela margem, entrou no rio, resgatou o escorpião e o salvou. Em seguida, juntou-se aos seus discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.


- Mestre, o senhor deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda: picou a mão que o salvava! Não merecia sua compaixão!


O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:

- Ele agiu conforme sua natureza e eu de acordo com a minha.
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O que é o amor?


Numa sala de aula, haviam várias crianças, quando uma delas perguntou à professora:

- Professora, o que é o AMOR?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentido de amor. As crianças sairam apressadas e, ao voltarem, a professora disse:

- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.


A primeira criança disse:

- Eu trouxe esta FLOR, não é linda?


A segunda criança falou:

- Eu trouxe esta BORBOLETA, veja o colorido das suas asas, vou colocá-la na minha colecção.


A terceira criança completou:

- Eu trouxe este FILHOTE de PASSARINHO, ele caiu do ninho junto com outro irmão, não é uma gracinha?


E assim as crianças foram-se colocando.


Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.


A professora se dirigiu a ela e perguntou:

- Meu bem, porque você não trouxe nada?


A criança respondeu timidamente:

- Desculpe, professora. Eu vi a FLOR, e senti seu perfume, pensei arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a BORBOLETA, leve, colorida... ela parecia tão feliz, que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o FILHOTE de PASSARINHO caindo entre as folhas, mas, notei o olhar triste da sua mãe, e preferi devolvê-lo ao ninho.

Portanto, professora, trago comigo:

o perfume da flor;

a sensação de liberdade da borboleta;

e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho.

Como posso mostrar o que trouxe?


A professora agradeceu à criança e lhe deu a nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o AMOR em nosso coração.

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