- Pai, eu sou um pinguim?
- Claro que és, meu filho. Eu sou um pinguim, tal como a tua mãe, os teus avós e os teus irmãos. Continuaram a andar.
Passado um bocado, o jovem pinguim voltou a perguntar:
- Pai, tem mesmo a certeza de que eu sou um pinguim?
- Já te disse que sim - respondeu o pai, agora irritado.
- Por que estás sempre a perguntar isso?
- Porque estou cheio de frio, pai.
Moral da história: Aqui se prova que não é pelo sentimento, mas pela certeza. Muitas vezes limitamo-nos a sentir e acabamos como esse pinguim, sentindo que não somos ninguém e que não existe solução para a nossa vida e para o nosso problema, não aja pelo sentimento, aja pela certeza.
Alzira
